Por Romário Silva
O deputado federal Carlos Veras(PT-PE) tem chamado atenção em Pernambuco por uma movimentação política que desafia até os observadores mais atentos.
Nos últimos dias, o parlamentar esteve no palanque da governadora Raquel Lyra(PSD-PE), mas também mantém proximidade e alinhamento com o prefeito do Recife, João Campos(PSB-PE) — adversário direto da gestora. Diante disso, a pergunta que ecoa nos bastidores é inevitável: afinal, de que lado está o deputado — e o próprio Partido dos Trabalhadores.
No plano nacional, o enredo segue com tons igualmente curiosos. Em vídeo recente, Veras sugeriu que Donald Trump fosse “governar os Estados Unidos”, argumentando que, no Brasil, o presidente já seria seu compadre, Luiz Inácio Lula da Silva — algo que, de fato, corresponde à atual realidade política.
Na sequência, o deputado também comemorou a retirada de sanções envolvendo o ministro Alexandre de Moraes, em mais uma declaração que deixou margem para interpretações.
Entre palanques distintos, falas inusitadas e posicionamentos que parecem variar conforme o cenário, o deputado e seu partido dão sinais de uma estratégia que, para alguns, pode ser vista como articulação; para outros, como indefinição.
No fim, fica a dúvida no ar: é jogo político ou apenas dificuldade de escolher um lado?

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